Dois mil e vinte e seis tá aí, batendo na porta.
Como todo último dia do ano que se preste, hoje foi dia de acordar mais tarde, de tomar café no horário do almoço e de deixar as panelas de lado ao meio dia para ter o foco direcionado totalmente aos preparativos tardios da confraternização da virada de ano.
Perceba a cena.
Nesse exato momento eu estou deitado no sofá da casa da minha mãe, minha irmã Paola está dormindo (ainda!), as outras duas – Bel e Dani – estão tomando batida de banana na sacada preparando o ano novo dos sonhos, mas que ainda nem saiu da prateleira do mercado. Ah, e pelo que eu vi meu cunhado Guilherme já está tirando o sono da tarde de cada dia.
É óbvio que a gente ainda não foi comprar o que temos que comprar para que tudo seja perfeito como está sendo descrito por minhas irmãs.
Tudo isso faz parte do dia de hoje: preparativos, atrasos, correria em cima da hora, roupas perfeitas, gente dormindo, encontros e desencontros. Não há nenhuma novidade nas obviedades ditas até aqui. Mas calma, hoje algo dito pela minha mãe me chamou bastante atenção.
Vocês sabiam que a Márcia Sensitiva (sim, foi exatamente isso que você leu) disse que a cor da virada é a cor azul? Toma, a dica do ano dada de graça para vocês. Obrigado, mãe!
Sim, minha mãe saiu cedo hoje e foi às compras. Voltou a pouco e com ela trouxe um vestido azul, um batom azul, um chinelo havaianas azul (muito bonito, por sinal!), e adivinhem: me trouxe uma cueca azul de presente, para que meu ano de 2026 seja tão incrível quanto ao que a Márcia Sensitiva disse que seria para aqueles que venham a passar de azul a virada.
Que bom estar aqui, agora, cercado por tudo isso, junto dessas pessoas.
Que seu ano novo seja tão azul quanto o da minha mãe.

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