E se de repente o tempo parasse no milésimo de segundo anterior ao do exato momento em que nossas escolhas nos trouxeram até aqui?
Será que teríamos a expertise de dar um passo ao contrário do dado anteriormente? Será que ao invés de nos sentarmos, levantaríamos e sairíamos pela porta? Será que falaríamos o que estávamos sentindo ou permaneceríamos calados? Será que carregaríamos uma culpa maior do que a que carregamos hoje se ousássemos mudar o tom do ato?
Sei que parece utopia a eterna busca da epifania da libertação, mas enquanto estivermos mantidos embalsamados por ditos aromas importados, seremos sempre o reflexo de sonhos mortos, já que sem respostas não conseguimos nos encontrar no agora. E eu que lute para sair deste eterno lupin que me cala.
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